dez
08

Convocação da Seleção Masculina. Para o Mundial 2013?

Em 4 de dezembro a CBHb convocou atletas para uma fase de treino de 11 a 21 de dezembro, com amistoso com a Coreia (Espero que Coreia do Sul…), mas a CBHb não divulgou no seu site, fan page ou mesmo pela assessoria Photo&Grafia.
Por que não divulgar?
Veja a convocação aqui.

Não vamos para o Mundial?!

Sinceramente, eu acho que vamos…

Porém, não podemos fechar os olhos para as notícias sobre a possibilidade do Brasil ficar fora do Mundial Masculino de 2013.

A própria CBHb confessou a existência da dívida com a IHF no Facebook:
Vale observar que confessa a dívida. Afirma que participaremos do Mundial. Todavia, não afirma que pagará a dívida…

Os sites dos exterior divulgam diversas matérias sobre a possibilidade do Brasil não participar do Mundial se não pagar a dívida em 15 de dezembro:
http://blog.mundohandball.com
http://www.ovaciondigital.com.uy
http://www.handballdeprimera.com 

Esta dívida gira em torno de 3,4 milhões de dólares e se refere ao Mundial Adulto Feminino que o Brasil realizou em 2012.
Qual dirigente lúcido sediaria um Mundial para contrair dívidas?
Qual legado do Mundial para o handebol  brasileiro?

As atletas foram ótimas! E certamente seriam ótimas num mundial sediado por outro país!

O legado que pergunto é:
Aumentou a exposição do handebol na mídia em razão do Mundial?
Aumentou o número de praticantes de handebol por causa do Mundial?
Aumentou o número de patrocinadores?
Aumentou o número de equipes?

Se a resposta for NÃO, porque sediar um Mundial?

Por enquanto o legado é uma dívida enorme…

nov
15

CBHb assegura que vai pagar dívida e que handebol brasileiro não será suspenso

Se a entidade não desembolsar primeira parcela do pagamento até o final de novembro, país ficará impedido de disputar competições internacionais

O Brasil será suspenso de todas as competições internacionais de handebol se a CBHb (Confederação Brasileira de Handebol) não começar a pagar à IHF (Federação Internacional de Handebol) uma dívida de aproximadamente 3,36 milhões de francos suíços (cerca de R$ 7,2 milhões) até o dia 30 de novembro. A punição deixaria a seleção masculina de fora do Mundial da Espanha, que será realizado em janeiro de 2013. A entidade, no entanto, assegura que isso não vai acontecer.

Em contato com o iG , a assessoria da CBHb afirmou que reconhece a dívida – decorrente da organização do Mundial feminino, realizado na cidade de São Paulo em dezembro de 2011 – e que vai quitá-la até 2015. A primeira parcela do pagamento, no valor de R$ 500 mil francos suíços (cerca de R$ 1,075 milhões), deveria ter sido efetuada até o dia 31 de outubro, mas o presidente da entidade, Manoel Luiz Oliveira, pediu à IHF para que o prazo fosse adiado até o final do mês de novembro e foi atendido.

Com isso, a Confederação assegurou que a seleção masculina disputará o Mundial da Espanha e que, inclusive, já está se preparando para a competição. Medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em 2011, o time não conseguiu classificação para as Olimpíadas de Londres.

Fonte: http://esporte.ig.com.br

nov
15

Por dívida, IHF pode suspender seleções do Brasil de competições internacionais

A diretora da Federação Internacional de Handebol (IHF, em inglês), Amal Khlifa, afirmou por email ao ahe!, nesta quinta-feira, que as seleções masculina e feminina do Brasil, assim como árbitros e oficiais do país, serão suspensas de todas as competições internacionais caso a Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) não consiga quitar até 30 de novembro parte da dívida de cerca de R$ 4,34 milhões com a IHF relativa à organização do Campeonato Mundial feminino, que aconteceu em São Paulo, em dezembro de 2011.

Se for mesmo punida, a seleção masculina estará fora do Mundial da Espanha, em janeiro de 2013, como já vinha sendo especulado – o Uruguai deve ser o país substituto. Segundo a dirigente da IHF, o Brasil ficará impedido, inclusive, de participar dos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016, quando as duas seleções já estariam classificadas pelo fato de o evento acontecer no país.

- Como a CBHb falhou ao quitar seus débitos na data prevista (até 31 de outubro), o Conselho da IHF decidiu, no dia 1º de novembro, que irá suspender a entidade, incluindo aí os times brasileiros, os árbitros e os oficiais, de todos os eventos internacionais organizados pela IHF caso não haja um pagamento de uma parcela até o fim de novembro, como foi pedido pela própria CBHb. Até esta decisão do Conselho, tentamos por diversas vezes resolver este problema com a CBHb, mas por enquanto não obtivemos cooperação – disse Amal Khalifa.

Segundo o presidente da CBHb, Manoel Luis Oliveira, no próximo dia 30 de novembro serão depositados nas contas da IHF 500 mil francos-suíços (cerca de R$ 1,075 milhões), como acordado com a Federação Internacional.

- Estamos trabalhando para a dívida ser quitada. O Brasil não irá ficar fora de nada – disse Manoel ao ahe! nesta quinta-feira.
Segundo o dirigente, o montante pego emprestado com a IHF correspondeu a pouco menos da metade do que o Brasil precisou para organizar o Mundial feminino. O restante do dinheiro foi conseguido junto ao Ministério dos Esportes e ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB). De acordo com Manoel, o maior problema enfrentado pela entidade foi em relação à troca repentina de sede, já que o campeonato, inicialmente, seria em Santa Catarina, mas, às pressas, por incapacidade organizacional daquele estado, mudou para São Paulo, onde aconteceu em quatro cidades: na própria capital, em São Bernardo do Campo, em Barueri e em Santos.

Fonte: http://www.ahebrasil.com.br

nov
03

Mundial Feminino no Brasil: a falta de transparência habitual

Nos últimos tempos a IHF confirmou sua reputação de falta de transparência nas tomadas de decisões em questões importantes. Talvez eu não deveria estar surpreso, mas geralmente preferimos ser otimistas e sempre esperamos por melhorias. A sombra da IHF papeis modelos de Mubarak e Blatter são, evidentemente, muito maiores.

Durante o Campeonato Mundial Feminino no Brasil (2011), felizmente, as equipes participantes podem não ter percebido completamente que todo o evento foi  um “castelo de cartas” em termos de finanças, contabilidade, marketing e administração.

Durante o decorrer do evento, os organizadores ficaram sem dinheiro e não podiam lidar com as despesas diárias, por isso a IHF teve que entrar em cena.

Havia pouquíssima receita da venda de ingressos, como poucos espectadores, a renda de patrocínio orçada parecia ser bastante rara, e não havia sequer um adequado funcionamento para recepção das empresas de radiodifusão para servir às audiências de TV internacionais.

Os organizadores estão substancialmente em dívida com a IHF.

Esperávamos algo melhor, pois o Brasil teve dois representantes no Conselho da IHF. Manoel de Oliveira, também presidente tanto da Confederação Brasileira e da Federação Panamericana de Handebol [na época, hoje um argentino preside da Panamericana], e Fabiano Redondo, Presidente da Comissão para o Desenvolvimento da IHF e, neste caso, também diretor do comitê de Campeonato Mundial de organização.

O Brasil sediou Campeonato Mundial Júnior, bem como numerosos Panamericanos, e ambos, Oliveira e Redondo, participaram de inúmeros eventos da IHF como funcionários da IHF e/ou representantes brasileiros. Assim, não haveria desculpas para não entender o que era necessário.

Não surpreendentemente, as coisas como estão vão mal com a liderança IHF. Mesmo que nunca tenha sido oficialmente notificado, e mesmo se a página web IHF ainda mostra Redondo como um dos seus membros do Conselho da IHF e Presidente da Comissão, parece que na verdade ele foi “forçado a renunciar” durante uma reunião do Conselho da IHF durante a decorrer do Campeonato Mundial.

Presumivelmente, ele era visto como o principal responsável, como diretor do Comitê Organizador, no entanto, também tem sido sugerido que Manoel Oliveira deve realmente assumir a culpa principal como o presidente da Confederação brasileira.

Mas, como algumas pessoas suspeitas foram vistas observando, talvez o Presidente  da IHF, Moustafa, veja Manoel Oliveira como muito valioso nos esforços para garantir votos de países americanos.

E isso é precisamente o ponto: confederações de handebol, a mídia e a “família internacional de handebol” têm o direito de saber sobre o desenvolvimento tão importante. Talvez não os detalhes, mas as questões principais e considerações e a confirmação quanto a decisão tomada!

Por uma questão separada, a falta de transparência e bom senso voltou a se tornar aparente. Para qualquer federação desportiva, a nomeação de árbitros para um Campeonato Mundial ou, como neste caso, os Jogos Olímpicos, o anúncio é uma decisão importante. Neste tipo de situação, até mesmo o papel de modelo falho FIFA tende a fazer um trabalho muito credível, com anúncios que honram os nomeados, fornecer informações básicas sobre os critérios de seleção, e explicar os planos para a preparação.

Mas, no caso da IHF, os ‘métodos’ são diferentes. Se você segue sites de uma série de esportes de mídia ou de confederações de handebol, você é capaz de pegar os nomes de um punhado de duplas nomeadas. O site da IHF, de fato, anuncia que uma reunião foi realizada, onde as decisões foram tomadas, mas, aparentemente, o método é o de informar os nomeados individualmente, conseguindo assim manter a decisão global em segredo. É claro que, dado ao prestígio envolvido em tais nomeações, há um grande interesse na decisão de todo amantes do handebol.

Há sempre especulações sobre as razões pelas quais uma certa dupla foi nomeada e outra não. Pode haver diferenças de opinião sobre a qualidade relativa, mas há também suspeitas compreensíveis sobre favoritismo, manipulações políticas e considerações relacionadas à imagem.

Por exemplo, há duplas adicionais de “países especiais”. Alguns árbitros com conexões políticas são incluído à frente de outros; quantas mulheres foram escolhidas, etc?

Seria de esperar que a Comissão de Arbitragem teve autorização de tomar uma decisão bem pensada, sem qualquer pressão política. Mas a IHF deveria entender que seus cuidadosos processos ocultos e sua recusa de tornar público, criam suspeitas. Porque ocultar os processos e as nomeações se não há nada para esconder?

Fonte: http://teamhandballnews.com/2012/02/ihf-the-usual-lack-of-transparency/

 

nov
03

Árbitros de SP vão representar o Brasil no mundial da Espanha, em 2013

Os árbitros Rogério Aparecido Pinto e Nilson Menezes, representantes internacionais da categoria no estado de SP, foram convocados pela Federação Internacional de Handebol (IHF) para atuarem no Campeonato Mundial Adulto Masculino, que será realizado em Janeiro de 2013, na Espanha.

A dupla que esteve nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, parte para o sexto mundial na carreira, sendo que, na categoria Adulto Masculino, estarão presentes pela quarta vez consecutiva, pois representaram o Brasil também na Alemanha (2007), Croácia (2009) e Suécia (2001). Rogério e Nilson já arbitraram em outras competições internacionais de grande expressão, como o Mundial Adulto Feminino, que aconteceu no Brasil em 2011, o Mundial Juvenil Masculino, realizado no Qatar em 2005, além do Pan Rio 2007 e Pan Guadalajara 2001.

- Esta participação vem contemplar todo trabalho realizado, principalmente nos jogos do Campeonato Paulista e Liga Nacional, além das participações que são consideradas dentro do perfil adequado pela IHF nos mundiais em que participamos anteriormente. Para atingir bons resultados, é fundamental se preparar muito bem no aspecto físico, devido a grande velocidade desenvolvida pelos jogadores durante a partida – enfatizou Rogério Aparecido.

Fazendo história na arbitragem de Handebol, a dupla foi a única que engatou uma participação em Jogos Olímpicos e boa sequência de presença nos mundiais adulto. Figurando na elite da arbitragem mundial, Rogério e Nilson tem presença constante nas competições da FPHand, como comandar importantes jogos do Campeonato Paulista Adulto de 2012.

Por Fernando Guifer para Federação Paulista de Handebol.

nov
03

Seleção aposta em renovação para o próximo ciclo

Equipe treina com vários jovens atletas e quatro integram o time a primeira vez

A Seleção Brasileira Masculina de Handebol, concentrada para treinamentos no ABC Paulista, reúne vários atletas experientes, mas também algumas ‘caras novas’ que chamaram a atenção do técnico Jordi Ribera e foram integradas ao grupo de 21 jogadores. Isso, justamente, porque a ideia do treinador é pensar na renovação da equipe para o próximo ciclo, que tem como foco principal os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro-2016. Entre os 21 convocados, quatro fazem parte da Seleção Adulta pela primeira vez: o goleiro César Augusto de Oliveira, o Bombom, o central João Pedro Francisco da Silva, e os armadores Arthur Patrianova e Oswaldo Maestro Guimarães.

Além disso, outros jovens atletas passaram a integrar o grupo há pouco tempo, como o pivô Emerson Santos Silva, o ponta Lucas Cândido e o armador Matheus Parrela. O treinador espanhol explica que o trabalho que está sendo feito é pensando não somente no imediato, mas também no crescimento do nível técnico da Seleção em longo prazo. “Mantivemos alguns jovens atletas que já faziam parte do grupo e estamos fazendo questão de buscar jogadores em todo o País que tenham o perfil adequado para a equipe”, afirmou Jordi.

O início da experiência com os novatos já agradou ao treinador, que está reunido com a Seleção desde segunda-feira. “Estes treinamentos estão sendo bons para que eles conheçam a metodologia de trabalho. Cada um já sabe sua função dentro da equipe e está desempenhando muito bem seu papel”, avaliou Jordi.

O próximo compromisso do Brasil é a disputa do Campeonato Mundial, em janeiro de 2013, na Espanha, por isso, o comandante conta que está trabalhando com dois pilares, o primeiro pensando no agora e o segundo já de olho no futuro. “O Mundial está muito próximo e, certamente, estamos trabalhando para obter um bom resultado lá, mas precisamos buscar o crescimento para poder brigar sempre com as grandes potências do handebol.”

O armador Oswaldo, foi convocado anteriormente para a Seleção Juvenil em 2007, mas está tendo sua primeira experiência no time adulto. O atleta de 23 anos, natural de São Paulo, começou a carreira cedo, com apenas dez anos, no EC Pinheiros (SP), clube que representa até hoje. O contato inicial com o técnico espanhol e com a equipe já está sendo muito positivo. “Ele entende muito da modalidade e repara em alguns detalhes que muitas vezes não vemos, mas que são fundamentais para fazer a diferença”, destacou o jogador.

Para ele, a oportunidade de fazer parte da Seleção Adulta é o cumprimento de uma meta. “Era o alvo que eu tinha na minha carreira, mas não posso me contentar com isso. Tenho que trabalhar muito para conseguir me manter no grupo e conquistar o meu espaço”, planejou Oswaldo. “Estou muito feliz por fazer parte da Seleção.”

Uma das razões pelas quais o armador foi convocado é o ótimo trabalho que vem fazendo dentro de seu clube na disputa da Liga Nacional Masculina. “Tenho treinado bastante para garantir espaço dentro do clube também, já que costumo jogar na mesma posição que o Zeba, que é muito experiente. Quero continuar fazendo um bom trabalho e, quem sabe, conseguir um clube para jogar na Europa depois que terminar a faculdade”, disse o atleta que estuda engenharia de materiais.

A Seleção Masculina fica reunida no ABC até o dia 7 de novembro, com treinamentos em São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul. O grupo fará treinos intensivos até lá, com atividades em dois períodos. A preparação que antecede a disputa do Mundial da Espanha em Janeiro ainda deve contar com mais duas fases, uma antes e outra depois do Natal. O Brasil integra o Grupo A, ao lado de França, Alemanha, Argentina, Tunísia e Montenegro. A sede desta chave será Barcelona/Granollers, local que receberá também a fase final do Mundial.

Seleção Brasileira

Goleiros: César Augusto de Oliveira (EC Pinheiros-SP), Leonardo Tercariol (Metodista/São Bernardo/Besni-SP) e Luiz Ricardo do Nascimento (Metodista/São Bernardo/Besni-SP).

Pivôs: Alexandro Pozzer (EC Pinheiros-SP), Emerson Santos Silva (Unimed/UEM/Maringá-PR) e Vinícius Teixeira (Metodista/São Bernardo-SP).

Pontas: André Martins Soares (TCC/Unitau/Unimed/Tarumã/Taubaté-SP), Gil Vicente Pires (Unoesc/Unimed/Chapecó-SC), Fábio Chiuffa (Metodista/São Bernardo/Besni-SP), Lucas Cândido (TCC/Unitau/Unimed/Tarumã/Taubaté-SP) e Wesley de Freitas (Metodista/São Bernardo/Besni-SP).

Centrais: André Vinícius Silva (TCC/Unitau/Unimed/Tarumã/Taubaté-SP), Diogo Hubner (Metodista/São Bernardo/Besni-SP), João Pedro Francisca da Silva (EC Pinheiros-SP) e Thiago Roberto dos Santos (TCC/Unitau/Unimed/Tarumã/Taubaté-SP).

Armadores: Arthur Patrianova (EC Pinheiros-SP), Fernando Pacheco Filho (EC Pinheiros-SP), Francisco Jorge da Silva (Metodista/São Bernardo/Besni-SP), Gustavo Nakamura Cardoso (Metodista/São Bernardo/Besni-SP), Matheus Parrela Filho (EC Pinheiros-SP) e Oswaldo Maestro Guimarães (EC Pinheiros-SP).

O BVA é o patrocinador da CBHb, a ASICS é a marca oficial do material esportivo, e a Penalty a fornecedora de bolas.

Fonte: http://www.photoegrafia.com.br

out
29

Seletiva de Handebol 2012 – Esporte Clube Pinheiros

Seletiva de Handebol 2012 -  Esporte Clube Pinheiros

 
De 1 e 8 de dezembro das 09h às 13h, acontecerá no Esporte Clube Pinheiros os testes para o Handebol nas seguintes categorias:

Masculino – 01/12 | Infantil
nascidos em 2000 – das 09h as 10h
nascidos em 99 – das 10h as 11h

Masculino – 01/12 | Cadete
nascidos em 97 e 98 – das 11h00 as 13h00.

Feminino – 08/12 | Infantil
nascidos em 2000 – das 09h as 10h
nascidos em 99 – das 10h as 11h

Feminino– 08/12 | Cadete
nascidos em 97 e 98 – das 11h00 as 13h00

Os testes serão realizados no Ginásio Poliesportivo do Pinheiros, para participar será necessário:

  • Residir em São Paulo ou Grande São Paulo;
  • Apresentar o documento de identidade;
  • Termo de responsabilidade; 
  • Atestado Médico datado no ano vigente;
  • Preencher a ficha de inscrição (exceto associado).

Ficha disponível até dia 25/11/12.

Local: Ginásio Poliesportivo
Entrada pela portaria Portaria da Hans Nobling s/nº

Mais informação – Débora Fellao (11) 3598-9737

out
23

Brasil pode ficar fora do Mundial Masculino na Espanha em 2013?


Andebol Primera, programa de rádio argentino, lançou domingo estas notícias que nos deixam perplexos: A notícia foi divulgada como uma pergunta… O Brasil pode ficar fora do Mundial Adulto Masculino 2013?

O programa, é claro que talvez esteja exagerando na notícia desta maneira.

A história menciona a grande dívida que a Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) mantém com a IHF depois de organizar Mundial feminino de 2011 Adulto.

Brasil estava prestes a perder o direito de sediar esta competição, inicialmente prevista para ser jogado em quatro cidades do estado de Santa Catarina. Os ajustes que a IHF solicitou para realizar o Mundial não foram feitos como planejado, então a Federação Internacional decidiu não esperar e começou a procurar outros locais fora do Brasil. Para evitar a perda do Mundial, a CBHb propôs de mudar a competição para a cidade de São Paulo (cidade muito maior, com melhor infra-estrutura que a de Santa Catarina).

O Mundial foi finalmente realizado em São Paulo e da seleção brasileira alcançou o 5º lugar histórico. No entanto, o público não acompanhou e nem os grandes patrocinadores. Os organizadores (CBHb) não poderia suportar os “custos diários” e a IHF teve que colocar esse dinheiro para o Mundial acontecer.

A notícia surge porque, o Brasil anos atrás seria a “Sede Permanente” do Pan-americano Cadete e Juvenil. Agora, não só não foi capaz de organizá-los, mas nem mesmo competir em torneios continentais (ou subcontinental) que não qualifica para Campeonato do Mundo. Ele não jogou o Pan Cadete (masculino e feminino) no ano passado e não jogou o Sul-Americano Juvenil recente Masculino (Sub 14) Campeonato na Colômbia. Não é raro ouvir comentários referentes à ausência pode estar relacionado com a situação econômica.

Além disso, talvez como resultado de descrédito político causado, o Brasil tem perdido muito do papel que ele tinha dirigencial nas Américas. Como temos também tratado no momento, o Brasil tem praticamente desapareceu da condução da Federação Pan-Americana (Sem NENHUM representantes brasileiros no handebol continental, exceto na arbitragem).
Esta poderia ser uma boa indicação da gravidade da situação.

De acordo com as informações tratadas pelo Andebol Primeiro, a IHF estabeleceria prazo para o Brasil para saldar a sua dívida…

No entanto, o mesmo programa nos lembra que os próximos Jogos Olímpicos serão disputados no Brasil (Rio de Janeiro 2016).

Não posso imaginar uma ruptura nas relações que levaria à exclusão de um mundo adulto para um país como o Brasil.
Brasil estará na Espanha de 2013, mas a situação subjacente poderia continuar para além de Janeiro/2013

set
14

Governo só dará dinheiro a confederações que tenham alternância de poder


O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, declarou ontem que o programa de incentivo a atletas olímpicos exigirá contrapartidas de entidades que recebem dinheiro público. Confederações que não tenham alternância de poder nas suas direções devem ser vetadas.

Em entrevista ao Poder e Política, projeto da Folha e do UOL, Aldo não quis citar nominalmente alguma confederação esportiva. Mas foi explícito a respeito daquelas que não têm o costume de alterar regularmente os seus dirigentes:
“Eu defendo que haja limite no tempo de mandato e no número de mandatos dentro de determinado parâmetros. No Brasil, você tem limite para tudo. Até para o tempo que você pode ficar no Supremo Tribunal Federal, na Presidência da República”.

Para o ministro, “o modelo democrático de sucessão nessas entidades faria muito bem para o esporte e para as próprias entidades”. Ao fazer tal afirmação, o ministro respondia o que deveria ser feito em casos como o da Cbat (Confederação Brasileira de Atletismo) e da CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos), que têm tradição de manter dirigentes por mais de 20 anos no cargo.

Como são entidades privadas, o governo não pode intervir nas suas administrações. Mas pode “condicionar determinadas vantagens para o acesso aos recursos públicos ao preenchimento de determinados requisitos”, disse o ministro. Tudo deve ser feito por meio de regulamentação do Ministério do Esporte.

“Não precisa ser nem a Constituição nem uma lei. Às vezes é uma norma, uma portaria que discipline a relação do Ministério do governo com as entidades”, explica Aldo. Ele não quis dar um prazo para editar as medidas. A regulamentação virá em “breve”, disse. “Precisamos trabalhar no conteúdo e o prazo apresentar depois que o conteúdo estiver pronto”.

Há resistência por parte de confederações com direções muito longevas? “Não. Os que já estão há muito tempo não serão tão prejudicados pela medida. Quem ficou 25 espera ficar o quê? Mais 25? Não é uma casa real”.

Defensor da língua portuguesa e inimigo de estrangeirismos, Aldo disse preferir a expressão “brasuca” com “s”, mas entende que é um direito da Fifa escolher a palavra com “z” (“brazuca”) para batizar bola que será usada na Copa do Mundo de 2014.

Já no caso das “Paraolimpíadas”, o termo será mantido dessa forma em todas as referências oficiais do governo brasileiro, conforme foi acertado entre o ministro e a presidente Dilma Rousseff. O Brasil não usará “paralimpíadas” em seus comunicados.

Acesse a transcrição completa da entrevista ou o vídeo aqui.

Fonte: Folha/UOL

set
12

Nesta quinta será lançado o “Plano Medalha” de olho nos Jogos Rio 2016

Vem aí mais R$ 1 bilhão para o esporte

O governo federal investirá R$ 1 bilhão, segundo a Folha de S.Paulo, na preparação da equipe olímpica e paraolímpica aos Jogos 2016.

O “Plano Medalha” será lançado pela presidente Dilma Rousseff, na próxima quinta-feira, em Brasília, às 15h.

O Ministério do Esporte não divulgou detalhes do Plano, mas ele constará do anúncio de recursos financeiros para aplicar na aquisição de equipamentos, financiamento de projetos das confederações e manutenção de centros de treinamentos.

Bolsas

A principal expectativa é para as novas modalidades de Bolsas. Está confirmado o anúncio da Bolsa Pódio, para atletas que estiverem entre os 20 melhores do ranking mundial.

O valor ainda é desconhecido, mas o projeto original elaborado pelo Ministério do Esporte previa o pagamento mensal de R$ 15 mil.

Outros profissionais do esporte também serão contemplados com Bolsas, como os técnicos, fisitoerapeutas etc.

O objetivo do Plano Medalha é colocar o Brasil entre os 10 primeiros países olímpicos já nos Jogos 2016, tarefa difícil, pois será preciso evoluir 13 posições.

Cálculos do Comitê Olímpico indicam que o Brasil precisará ganhar medalhas que já tem tradição de pódio – natação, judô, vôlei etc – e em mais seis modalidades.

O “Plano Medalha” será executado a partir de janeiro de 2013.

Fonte: Blog do José Cruz.

Página 1 de 3612345...102030...Última »